Subscrição de CoffeeLetters

Um estudo internacional, liderado pelo investigador asiático Hefen Huang, que analisou 932 casais com problemas de fertilidade, que tinham sido sujeitos a inseminação intracervical ou intrauterina, concluiu que os casais em que as parceiras consumiram café no passado tiveram taxas de gravidez e nados-vivos significativamente mais elevadas, comparativamente com as que nunca ingeriram café.


A Organização Internacional do Café (OIC) reduziu a estimativa da produção mundial de café em 2011/12 para 130,9 milhões de sacas de 60 quilos, ante 132,4 milhões de sacas previstas no mês passado. O volume ajustado fica 2,4% abaixo das 134,2 milhões de sacas colhidas em 2010/11, quando um clima desfavorável afectou vários países, particularmente a América Central e a Colômbia.


O consumo de café tem sido associado com a diminuição do risco de doença hepática e redução de fibrose nos pacientes com doença hepática crónica. Um novo estudo publicado na revista Hepatology, da conta que o café também reduz o risco de fibrose avançada nos pacientes com doença hepática gorda não alcoólica.


O Brasil exportou em Janeiro 2,06 milhões de sacas de 60 quilos de café, 26,3% a menos que no mesmo mês de 2011, informou nesta quarta-feira o Conselho de Exportadores de Café (CeCafé).
O valor das exportações foi de US$ 560,773 bilhões, dado que também indica uma redução de 5,9% em relação a Janeiro do ano passado, segundo um comunicado do CeCafé.
Do grão exportado em Janeiro, 88,7% foi do tipo arábica, o de maior qualidade, 9,5% foi solúvel, 1,7% do tipo robusta e 0,2% moído ou torrado.


As exportações de café da Guatemala totalizaram 244,2 mil sacas de 60 quilos em Janeiro, o que representa uma queda de 8% ante o mesmo mês do ciclo anterior, de acordo com a Associação Guatemalteca de Café (Anacafé). Nos primeiros quatro meses da temporada 2011/12, as exportações somaram 625,7 mil sacas, o que representa um aumento de 4%, em comparação com o mesmo período do ciclo anterior.


A ambição dos produtores das Honduras é substituir a Colômbia como o segundo maior exportador de café da América Latina. Com o término da colheita de 2011/12 essa meta é acessível, devido aos bons resultados da produção nacional, cujo volume alcançou 3,6 milhões de sacas de 60 quilos, e devido também ao problemas climáticos enfrentados pelos sul-americanos.


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