Subscrição de CoffeeLetters

A cafeína, substância mais consumida no mundo, pode ser encontrada em diversos alimentos, como chás, refrigerantes, chocolates e, claro, no café! Ela é bastante utilizada por atletas que querem melhorar o rendimento físico e também por aqueles que, em função do trabalho ou estudo, precisam de ficar mais tempo acordados.


Um recente aperto no spread entre os preços do café premium e do café amargo reduziu o incentivo para que os torrefactores aumentem a percentagem de robusta nas suas misturas, afirmou hoje a Organização Internacional do Café (OIC). Isso pode acabar por sustentar os preços dos grãos de café arábica, de qualidade superior. “Embora a arbitragem entre o robusta e o arábica tenha diminuído nos últimos meses, a diferença entre os preços mantém-se alta em termos históricos”, afirmou José Dauster Sette, Chefe de Operações na OIC.


Uma investigação, liderada por um grupo de investigadores norte-americanos, concluiu que a cafeína tem um efeito benéfico na prevenção da Doença de Parkinson. O estudo apurou que o consumo de cafeína, anterior e posterior ao processo neurodegenerativo, controla a degeneração dos neurónios do sistema nigroestriatal – produtor de dopamina, substância que tem como função a actividade estimulante do sistema motor. Estes resultados vêm reforçar a função neuroprotectora do café.


Os stocks europeus de café, em Janeiro, tiveram um recuo de 343.424 sacas de 60 quilos cada, ficando em 9,689 milhões de sacas, de acordo com os dados divulgados hoje pela Federação Europeia de Café.


O consumo mundial de café parece não ceder às recentes turbulências económicas. Para a Organização Internacional do Café (OIC), o produto tem resistido bem à crise europeia. E apesar da queda recente das cotações do produto, a entidade afirma que os fundamentos ainda não indicam excesso de oferta. Observação ratificada pelo recuo, nos últimos anos, da taxa de stock sobre o consumo. Os stocks totais de café nos países exportadores são estimados em 17,6 milhões de sacas em 2011, contra 18,5 milhões em 2010, e 20,5 milhões de sacas em 2009, de acordo com a OIC.


As exportações de café colombiano, no acumulado de 12 meses até Fevereiro, diminuíram 10% em comparação com o ano anterior, segundo a Federação Nacional de Produtores de Café da Colômbia (Fedecafé). Os embarques, de Março de 2011 até ao fim do mês passado, totalizaram 7,33 milhões de sacas de 60 quilos, ante 8,19 milhões de sacas no mesmo período do ano anterior.


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